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Política

Governo Federal estuda auxílio de R$ 200 até fim do ano

Postado em: 03-08-2020 às 17h25
O benefício emergencial é destinado a trabalhadores informais, desempregados e cadastrados do Bolsa Família - Foto: Reprodução.

Nielton Soares

O Ministério da Economia estuda estender o auxílio emergencial, atualmente em R$ 600, até o fim deste ano, porém, sendo reduzido para R$ 200, para os próximos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro. As informações são do jornal O Estado de São Paulo. 

Segundo dados do Governo Federal, para o benefício já foram destinados R$ 254,4 bilhões com as parcelas de abril a agosto), com a despesa mensal do auxílio emergencial em R$ 51,5 bilhões. Esses recursos e demais voltados para a pandemia têm aumentado o endividamento do Brasil. 

Nesse contexto, o governo cogita substituir o auxílio emergencial por novo programa social, chamado até então por Renda Brasil, extinguindo o Bolsa Família. Mas, por enquanto, não se sabe se isso será possível até o fim deste ano. 

Outros programas sociais, como abono salarial, seguro-defeso (pago a pescadores artesanais no período de reprodução dos peixes, quando a pesca é proibida) e farmácia popular, também poderão passar por revisão de custos. Muitos são considerados ineficientes. 

Ganho político 

Por outro lado, a distribuição de renda gerada pelo auxílio emergencial deu fôlego ao presidente Jair Bolsonaro, que tem ampliado apoiadores nos Estados, principalmente no Norte e Nordeste. Na última semana, o que se  notou foi Bolsonaro, em estilo de campanha , visitando regiões e buscando capitalizar para sí medidas aprovadas pelo Congresso Nacional.

As últimas pesquisas de intenção de votos mostram que Bolsonaro foi o maior beneficiador político com os pagamentos aos trabalhadores do auxílio emergencial de R$ 600, como medida para enfrentar a crise da paralisação de atividades econômicas nesta pandemia do novo Coronavírus. 

Inicialmente, o Governo Federal estudava pagar R$ 200, conforme texto enviado ao Congresso, que viabilizou o pagamento de R$ 500 e o governo reeditou a proposta para os  R$ 600. 

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