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Economia

Índice de Preços ao Consumidor teve variação de 0,46% em Goiânia no mês de dezembro

Postado em: 10-01-2019 as 06h00
Ano fechou com uma inflação acumulada em 5,05%, acima dos 3,40% registrados em 2017

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve variação de 0,46% em Goiânia no mês de dezembro, ficando acima da taxa de 0,15% registrada em novembro de 2018. Com o resultado, o ano fecha com uma inflação acumulada em 5,05%, acima dos 3,40% registrados em 2017.

O grupo dos alimentos foi o grande responsável pela alta da inflação em dezembro, registrando variação de 1,04%. Os produtos que mais aumentaram neste grupo foram o feijão carioca (25,07%), batata inglesa (25,00%), cebola (25,95%) e banana prata (24,63%). Puxada pelos reajustes dos itens de alimentação, a refeição fora de casa também ficou mais cara, tendo o almoço a peso apresentado taxa de 0,81%.

Outros grupos que também apresentaram resultado positivo no último do ano foram a comunicação (5,79%), o vestuário (1,07%), a saúde e cuidados pessoais (0,68%) e artigos residenciais (1,01%).

Educação (-0,37%), despesas pessoais (-0,28%), transportes ( -0,73%) e habitação (-0,68%) tiveram variação negativa em dezembro. Os itens que mais tiveram queda nos preços foram uniforme escolar (-4,84%), ginástica (-2,04%), gasolina comum (-4,22%) e energia elétrica (-4,60%).

Endividamento 

Os percentuais de famílias endividadas e inadimplentes fecharam 2018 em queda, segundo dados divulgados hoje (9) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

As famílias com dívidas (não necessariamente em atraso) eram 59,8% em dezembro de 2018, abaixo dos 60,3% de novembro e dos 62,2% de dezembro de 2017.

Já os inadimplentes, ou seja, aqueles com dívidas ou contas em atraso, somaram 22,8% em dezembro do ano passado, abaixo dos 22,9% do mês anterior e dos 25,7% de dezembro de 2017.

Outro indicador em queda foi o percentual de famílias que não terão condições de pagar suas dívidas ou contas: de 9,7% em dezembro de 2017 e 9,5% em novembro de 2018 para 9,2% em dezembro de 2018.

A proporção das famílias que disseram estar muito endividadas recuou de 12,8% em novembro para 12,4% em dezembro.

Tempo médio

Entre as famílias com contas ou dívidas em atraso, o tempo médio de atraso foi de 63,5 dias em dezembro de 2018, abaixo dos 64,3 dias de dezembro de 2017. O tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias endividadas foi de 6,9 meses.  

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