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Cultura
Experiência
09/02/2018 | 06h00
“Abri mão de amizades, férias e família”, diz Carolyne
Carolyne Galvão falou ao Essência sobre sua experiência na Suíça e sobre o empenho necessário para alcançar a posição de uma das oito melhores bailarinas do mundo

GABRIELLA STARNECK*


Carolyne Galvão falou ao Essência sobre sua experiência na Suíça e sobre o empenho necessário para alcançar a posição de uma das oito melhores bailarinas do mundo 

Quais foram os principais desafios que você enfrentou para buscar o seu sonho?

Abri mão de muitas amizades, férias e um pouco da família, mas nada que eu não quisesse, pois sabia desde pequena que era isto que eu queria. 

Qual a relevância dos seus familiares, professores e amigos nessa trajetória? Eles sempre te apoiaram?

Sim, foram muito importantes para que eu continuasse na busca em ser uma bailarina profissional. Sempre tive o apoio dos meus pais, que sempre me levaram ao balé e apoiaram nas viagens longas – mesmo sabendo que isso impediria que eu estivesse mais com eles! Meus professores, desde a tia Grazzi que começou comigo quando eu era pequena, até tia Simone, Olga e Carol, sempre fizeram tudo para verem meu êxito em cena!


Você esperava realizar tanta coisa em pouco tempo?

Apesar de estar sendo preparada para isto, não esperava, a gente nunca espera! Afinal, a carreira é bem árdua, difícil, mas muito prazerosa. Quando subo em cena, esqueço tudo! 


Como você tem reagido a todo esse sucesso?

Estou meio tonta ainda, e a ficha não caiu! Mas é bom saber que um dos prêmios que ganhei foi o público que votou! Isso me ajuda a saber que estou, de alguma forma, alcançando as pessoas e mostrando o que sinto em cena.


Qual o papel do Basileu e da Simone na sua formação?

O Basileu é muito importante em minha formação, pois proporcionou tudo que eu preciso: formação técnica e artística em balé clássico e contemporâneo, aulas de teatro, pilates, música, além das apresentações de balé com orquestra, onde em outra escola não seria tão completo. O papel da tia Simone tem uma importância ainda maior, porque ela cuida de mim – não só de mim, mas de todos – como se fosse filhos dela. Ela faz de tudo e, além de ensinar o verdadeiro sentido da dança, ela ensina a viver. É praticamente uma segunda mãe de todos!


O que você acredita que leva crianças e jovens a se interessarem pelo balé?

Acho que, no caso das crianças, mais pela vontade de serem princesas! E, os jovens, um meio de mudar a vida, pois muitos, pelo menos na escola, vêm de uma situação de baixa renda, mas quando se apaixonam pela dança e escolhem ser bailarino tudo isso muda, e a única vontade que temos é de estar no palco!

Fale um pouco da sua experiência na Suíça...

O Prix Lausanne é uma experiência única, pois é onde algumas portas se abrem para sua vida. Você faz novas amizades, adquire amadurecimento, novas visões, contatos com profissionais de outras escolas e companhias – coisas que, na vida de um bailarino, são muito importantes. E dançar naquele palco inclinado foi maravilhoso! Foi uma realização estar no meio de tanta gente boa e levar o nome do Brasil para os melhores!

*Integrante do programa de estágio do jornal O HOJE sob orientação da editora Flávia Popov 

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