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Cultura
Humor
26/01/2018 | 11h40
Peça "Cócegas no Cérebro" de Lucas Veloso chega hoje em Goiânia
O show destaca piadas sobre o cotidiano e imitações de personalidades famosas como Maria Bethânia, Michael Jackson e PablloVittar

GUSTAVO MOTTA*

Diversão e muitas risadas – o espetáculo Cócegas no Cérebro chega à Goiânia, apresentado na noite dessa sexta-feira (26). A peça é estrelada pelo humorista Lucas Veloso, que sobe ao palco do Teatro Madre Esperança Garrido às 21h. Em pauta, o show destaca piadas sobre o cotidiano e imitações de personalidades famosas como Maria Bethânia, Michael Jackson e PablloVittar. Outro destaque é a inclusão de um quadro surpresa no show – que promete matar a saudade do humorista Shaolin, pai de Veloso, falecido em 2016.

Lucas Veloso começou a carreira ainda cedo, na comédia. Hoje, com apenas 21 anos, coleciona participações em programas de TV, inclusive uma atuação na novela Velho Chico, da Rede Globo – na qual imitava Sílvio Santos em pleno horário nobre. O comediante também foi convidado por Renato Aragão para complementar o elenco na nova versão do programa Os Trapalhões. O jovem artista conversou com o Essência sobre as expectativas para o show na Capital, a carreira, participações na televisão e o legado do pai.


SERVIÇO

‘Cócegas no Cérebro’

Quando: sexta-feira (26)

Onde: Teatro Madre Esperança Garrido (Avenida Contorno, nº 241, Setor Central - Goiânia) 

Entrada: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) no Komiketo (Avenida T-4, Setor Serrinha - Goiânia) ou www.compreingressos.com

*Integrante do programa de estágio do jornal O HOJE sob orientação da editora Flávia Popov 

Entrevista: Lucas Veloso


O que o público pode esperar do seu show?

Emoção e gargalhadas no mesmo espetáculo! A verdadeira piada sou eu porque brinco com meu cotidiano, com meus chifres, meu primeiro trabalho, minha trajetória na televisão, minhas imitações. E, claro,  o público pode esperar uma linda homenagem ao meu pai, Shaolin.


E o que você espera da sua apresentação na Capital?

Não conheço o público como plateia, mas já estive por aqui em algumas vezes e fui muito bem recebido! Acho que a apresentação vai ter uma vibe bem legal.


Qual a principal ‘marca’ desse espetáculo?

Eu sempre imprimo a minha própria identidade nos meus trabalhos – não gosto de fazer graça de um só jeito. Brinco com vozes, dança, canto, e uso instrumentos. Levo esse diferencial pro show.


No seu espetáculo você vai imitar famosos como Maria Bethania e Michael Jackson. Qual a sua ligação com esses artistas, e por que você os escolheu?

Eu vou imitar muitos – Luiz Gonzaga, Chico Anysio, Geraldo Azevedo, Henrique e Juliano, PablloVittar, e mais alguns que para mim são ícones. O que é bom a gente imita! É legal fazer graça com gente grande (risos).


Na apresentação, a plateia vai viajar no tempo e se teletransportar para o show do Shaolin. Como surgiu essa ideia?

Surgiu com a vontade de fazer com que a plateia mate a saudade que tem dele. Também quero que os jovens entendam o valor do tempo perto da família. 


Como ele te inspirou?

Ele é o humorista mais versátil que eu já vi, então me inspirou de todas as formas possíveis – em tudo o que eu faço.


A nova geração de humoristas tem preservado o legado de artistas como o seu pai?

Sem dúvida! Vejo muitos desses novos comediantes ‘copiando’ piadas dele, muita coisa que ele falava. Eu levo isso como um elogio, porque se imitam, é porque curtem! Também temos muitos talentos que estão criando identidades novas, então espero estar fazendo a diferença no meio dessa nova geração de gente talentosa.


Além de Shaolin, quais foram as suas outras inspirações?

Jim Carrey, Chico Anysio, Jerry Lewis e, sem dúvida, Renato Aragão.


Qual a sensação de ter sido convidado pelo Renato Aragão para compor o novo time de Os Trapalhões?

Foi como se eu recebesse um convite do Olimpo pra jantar com os deuses do humor! Dedé Santana e Renato Aragão são marcos! Aprendi muito com os dois e agradeço a eles por todo o carinho – eu vivi o sonho de muitos humoristas. Existe um ‘eu’ antes, e outro depois desse trabalho.


Quais foram as principais dificuldades que você enfrentou como humorista?

Acho que a comparação com o trabalho do meu pai – a cobrança pra que eu não fosse igual, mas melhor que ele. Demorou muito pra que todo mundo entendesse que não quero imitá-lo. Não sou o segundo Shaolin, sou o primeiro Lucas Veloso.


Você tem passagem pela TV no currículo. Atuar para a televisão é diferente do que você faz nos teatros?

A diferença é gritante! No teatro estamos olho a olho com o público, sentindo o calor da plateia. Lá não tem como errar para fazer de novo – tudo acontece no ao vivo. Já trabalhei na Record e atualmente estou na Rede Globo, e esse universo da TV é louco e encantador! É como fazer artesanato em ritmo industrial.

Tópicos:  Lucas Veloso,   Teatro,   Goiânia

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