20 de setembro de 2018 - quinta-feira

Euro R$ {{cotacao.valores.EUR.valor| number:3}}    Dólar R$ {{cotacao.valores.USD.valor | number:3}}
{{tempo.cidade}}
{{tempo.previsoes[0].temperatura_min}}° MIN {{tempo.previsoes[0].temperatura_max}}° MÁX
Cidades
Semana Santa
13/03/2018 | 10h35
Procon aponta variações de 200% nos preços de pescados em Goiânia
Durante a pesquisa, as maiores modificações nos valores foram a da caranha e do robalo. As apurações foram feitas em 13 estabelecimentos da capital, sendo sete supermercados e seis peixarias

Com o início da Semana Santa, a procura por pescados tende a aumentar consideravelmente. Com intuito de orientar os consumidores nessa época do ano, na hora de comprar esses produtos, o Procon Goiânia divulga pesquisa de preços de pescados.

A coleta de preços foi realizada entre os dias 05 a 10 de março, com 15 tipos de peixes, de água doce e salgada. A pesquisa foi feita em 13 estabelecimentos da capital, sendo sete supermercados e seis peixarias.

Durante a Semana Santa, por causa da tradição religiosa, o consumidor busca substituir a carne pelo pescado, fazendo com que os preços acabem sofrendo reajuste nesta época do ano.

A pesquisa revela variações percentuais entre produtos da mesma marca, oferecendo uma referência ao consumidor através de preços médios obtidos da amostra pesquisada.

Segundo levantamento do Procon Goiânia as maiores variações encontradas foram com a venda da caranha e do robalo. Em alguns estabelecimentos, por exemplo, foi possível encontrar a caranha sendo vendida a R$ 7,89 e em outros, a R$ 26,49 o quilo, uma diferença de 235,74%.

Outra variação significativa ocorre no preço do robalo, com valores entre R$ 26,90 a R$ 69,90 o quilo. A variação no preço chega a atingir os 159,85%.

O levantamento apontou também, os peixes com as menores diferenças de preços. O badejo, com variação de 30,71%, pode ser encontrado de R$ 42,00 a R$54,90 o quilo. Já o linguado é comercializado entre R$30,00 a R$40,69 o quilo – com variação de 35,63%.

O assessor jurídico do gabinete do Procon Goiânia, Jorge Augusto, explica que os preços do pescado não são tabelados e, por isso, é comum encontrar variações. Além disso, com a aproximação da Semana Santa, época do ano em que a tradição religiosa estimula o consumo de pescado, a tendência é de alta nos preços por conta da demanda maior.  “Seguir a tradição pode custar caro, por isso, pesquisas como essa são de suma importância, pois tem como fundamento o direito básico do consumidor que é o acesso a informação”, ressaltou.

O levantamento inclui ainda, uma análise comparativa entre a pesquisa atual e a de 2017. Dentre os itens comparados, o bacalhau Saith foi o que mais teve diferenciação de preço, sendo que em 2017 o maior preço constatado foi de R$18,69 o quilo e em 2018 é encontrado a R$39,90, tendo variação de 113,48%. Por outro lado, o tucunaré teve redução no preço em até 49,14%, passando de R$ 58,00 em 2017, para R$ 29,50 - menor preço verificado, em 2018.

Orientações do Procon Goiânia

Antes de comprar os pescados, o consumidor deve atentar-se para a qualidade dos alimentos fornecidos e a data de validade dos produtos adquiridos.

As variações de preços constatadas referem-se ao período em que foi realizada a coleta, os preços atuais podem ser diferentes, estando sujeitos à alteração conforme a data da compra, inclusive por ocasião de descontos especiais, ofertas e promoções. Além disso, lojas da mesma rede podem praticar preços diferenciados.

“Pesquisar muito é o melhor caminho para que o consumidor faça economia e tenha satisfação na compra dos produtos. Marcas conhecidas nem sempre são sinônimos de melhor qualidade. Busque o produto que te atenda conforme a sua necessidade e que esteja dentro do seu orçamento” orienta o assessor jurídico do gabinete do Procon Goiânia, Jorge Augusto.

Nesta quarta-feira, 14, o assessor jurídico do gabinete do Procon Goiânia, Jorge Augusto, estará disponível na sede do órgão, a partir das 8h30, para realizar balanço da pesquisa. Segue em anexo a pesquisa de preços dos pescados.

(Foto: Reprodução)

 
Tópicos:  Semana Santa,   Peixe,   Preços,   Procon

Comentário

Comentários

Seja o primeiro a comentar

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.
(62) 3095-8700 / 3095-8722 (dp. comercial)