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"Cada um tem a sua"

O deputado federal Marcos Abrão Roriz afirmou no Hoje de Frente com o Poder que cada parlamentar tem uma reforma política ideal para a própria situação

As divergências e debates sobre o projeto de reforma política, na Câmara dos Deputados, vão justamente ao encontro do que disse aqui no Hoje de Frente com o Poder o deputado federal Marcos Abrão Roriz (PPS). Segundo ele, não há consenso - mínimo que seja - e nenhum ponto de convergência. A votação do projeto na Comissão Especial que discute o tema foi adiada e coloca em risco a votação em plenário, ainda neste mês, prevista para terça-feira (26/05). 

O presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) disparou críticas ao texto do relator, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI). E teve rebate. Repare que os dois são peemedebistas. Sincero, Marcos Abrão admite na entrevista que boa parte dos parlamentares está mais preocupada em garantir o direito de permanecer no parlamento. "Cada deputado tem uma reforma política ideal na cabeça", argumentou. 

Curiosamente, há mais ou menos três meses, o deputado federal Rubens Otoni (PT), 1º vice-presidente da Comissão Especial, também em entrevista ao Hoje de Frente com o Poder, foi outro parlamentar goiano a admitir que existem muitos interesses envolvidos. Para ele, a reforma política é igual a escalação da seleção brasileira de futebol. "Cada um tem a sua". E pelo menos em uma coisa - não ponto da reforma - há convergência entre o petista e o presidente regional do PPS: o resultado da reforma política pode não ser o que a sociedade está esperando... 

Percebe-se nitidamente que existe anseio enorme das ruas para que a influência do poder econômico nas eleições seja zerada ou fique pelo menos perto disso. Será que a população vai se decepcionar? 

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